Você já se comparou alguma vez com alguma outra pessoa e se achou em desvantagem? Pois é. Essa comparação muitas vezes traz o complexo de inferioridade.

Não quero dizer com isso que você sofra desse complexo, mas, em maior ou menor grau,  estamos sempre nos comparando com outras pessoas ou até conosco mesmo, e assim nos achando inferiores.

Nessa comparação, temos padrões desejáveis de quem queremos ser e de onde queremos chegar, mas, como numa miragem do deserto, o oásis da perfeição nunca chega e nunca ficamos satisfeitos.

O problema é que somos peritos em nos massacrar. Exigimos sempre o melhor, mas se não conseguimos alcançar essa meta, nos achamos o pior. E no fim a gente se culpa por não ser tão bom quanto esse ou aquele.

Seria tão bom se pudéssemos levar a vida não tão a sério. Ou, como eu sempre falo, levar a vida de bom humor!

Com isso a gente estaria aceitando os altos e baixos, sabendo que no final sempre chegamos a um equilíbrio.

Mas isso não ocorre na maioria das vezes. Nós estamos sempre exigindo o melhor de nós. Por um lado isso é bom, pois primamos pela excelência. Mas essa cobrança demasiada, sem a aceitação do lado fraco, exige demais da gente, e terminamos rompendo do lado fraco.

E com isso nos achamos inferiores:
·         Eu não sou bom/boa como…
·         Eu não sou inteligente como…
·         Eu não sou tão bem sucedido como…
·         Eu não sou bonito(a)/forte/capaz/etc., etc.

Segue aqui um exercício de EFT** (ainda não conhece a EFT? Veja um resumo da técnica nessa página AQUI) para começar a romper essa crença de eu não ser tanto quanto e começarmos a nos amar como somos, de verdade.

Muitas vezes, esse sentimento de inferioridade vem da infância, principalmente se tivemos uma educação muito rígida, com pais muito severos, sempre exigindo o melhor. A intenção pode ter sido boa, mas a consequência é que criou em nós a ideia da culpa: se eu não consigo, eu não sou bom, e por isso eu me culpo.

Você está pronto(a) para se desculpar? O propósito do exercício de hoje é que não importa o quão grande seja essa cobrança, não importa a comparação com os demais, o importante é nos sentirmos bem, nos desculparmos por qualquer fraqueza e valorizarmos nossa vida.

 

 

 

 

 

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